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quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Humanidade: a essência do mal


O ser humano está sempre em dúvida e questionando suas próprias ações, isso que faz com que nossa humanidade nunca seja deixada de lado. No entanto, há muitas vezes, atitudes que podem parecer incompreendidas para alguns, que a ciência geralmente explica como algum distúrbio psicológico. Porém, há aqueles que possuem a maldade em sua essência, sem nenhum distúrbio psicológico que o justifique.
Existem diversas pessoas que tiveram a mesma criação que os mais cruéis assassinos em série e, nem por isso, apresentaram desenvolvimento de atitudes cruéis e calculistas. A famosa assassina em série e condessa, conhecida como “Blood Queen”, Elisabete  Báthory  esquartejou mais de seiscentos jovens  em nome de “banhos de beleza”. Carregar uma educação real e um título de honra não a impediu de cometer esses atos cruéis.
Há muita crença na explicação científica e pouco entendimento da essência humana nas mais variadas atitudes do homem, além do que, doentes, cedo ou tarde, acabam buscando a ajuda médica. A culpa é um sentimento que acompanha a todos, no entanto, quando existem prazer e indiferença em uma atitude fria como, por exemplo, matar, a humanidade já deixou de existir e então surge um monstro, pois nem animais matam por simples prazer.
A maldade está presente em todos, faz parte da essência humana. Há aqueles onde a bondade prevalece sobre o mal, e há o contrário também. Talvez não seja uma escolha, e sim a divisão da natureza para manter a balança da vida equilibrada. Mas sempre há, mesmo que em muita desvantagem, um antônimo sentimental  em cada pessoa. Afinal, a escuridão não existe se não houver luz, inclusive cientificamente.

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